Não existe um valor único, mas existe um parâmetro. De forma geral, o mercado costuma sugerir que uma empresa destine um percentual do faturamento ao marketing, e esse percentual varia conforme o porte, o segmento e o objetivo de crescimento. O mais importante é que o investimento seja proporcional à realidade da empresa e dividido de forma equilibrada entre gestão e mídia.
A pergunta certa não é o valor, é a proporção
Definir o investimento a partir de um valor fixo, sem relação com o faturamento, costuma levar ao desequilíbrio. O parâmetro mais saudável é olhar para a proporção. Empresas em fase de estruturação tendem a investir um percentual menor, enquanto empresas em fase de crescimento acelerado investem mais, sempre respeitando o caixa e a capacidade de atender à demanda gerada.
Gestão e mídia são investimentos diferentes
O investimento em marketing tem duas partes. A gestão remunera o trabalho estratégico e de execução da agência. A mídia é a verba destinada aos anúncios, paga diretamente às plataformas. Confundir os dois leva a expectativas erradas. Uma boa gestão com pouca mídia limita o alcance, e muita mídia sem gestão desperdiça verba.
Sinais de que o investimento está desequilibrado
- A empresa investe em anúncios, mas não sabe quantos contatos eles geram.
- O valor investido não tem relação com o faturamento nem com a meta.
- Não há verba para manter a constância por tempo suficiente.
Como definir o investimento com segurança
O caminho mais seguro é partir de um diagnóstico, que considera o faturamento, a margem, o objetivo e o momento da empresa. A partir disso, define-se um investimento que cabe no caixa e sustenta o crescimento com previsibilidade, evitando tanto o subinvestimento quanto o gasto sem retorno.
A MKT3 recomenda o nível de investimento coerente com o faturamento da sua empresa. Solicite um diagnóstico e receba um parâmetro para o seu caso.





